AVÓ !

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Netos são presente de Deus e não há nada que explique a sensação de ser vovó.







Paquetá "A Ilha Dos Amores".

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 Ilha de Paquetá é um dos mais interessantes passeios para quem procura um local tranquilo e pitoresco, principalmente no meio da semana.
Ilha de Paquetá
  E Como é o Local ?
A Ilha de Paquetá, segundo se diz, era chamada por D.João VI de "A Ilha dos Amores", ilha esta que ele visitou algumas vezes. Entre as personalidades famosas que lá moraram ou possuíram casa, está o Patriarca da Independência, José Bonifácio que mantinha casa em Paquetá, casa esta que continua de frente à praia que leva seu nome em sua homenagem.
A ilha se destaca não somente pelas belezas naturais e pelas aguas calmas, mas também por ter uma característica que a torna única. Se trata de uma pequena Ilha onde não é permitido o uso de automóvel, exceto por ambulâncias ou algum outro serviço de necessidade pública.
Sendo a Ilha pequena, com um contorno de mais ou menos 7 quilômetros e meio, as pessoas se locomovem à pé, de bicicleta ou de charrete. A ilha também é muito associada ao livro ou romance "A Moreninha", que segundo afirmam, esta teria sido o cenário da estória do livro.









                                               Casa de cultura


Uma das histórias mais conhecidas sobre a Ilha de Paquetá  e que a colocou no mapa, é o romance tamoio do século XIX, “A Moreninha”, de Joaquim Manuel de Macedo. É na Pedra da Moreninha, localizada ao final da praia dos Coqueiros, onde a Moreninha esperava pela volta de seu namorado. Há também uma lenda indígena, do casal Aotin e Ahy, denominada “Lágrimas de Amor” que tem como tema a mesma pedra.

Paquetá é a Ilha dos Amores. Tem muita coisa para visitar e, caso não consiga ver tudo em um dia, as opções de hospedagem cabem no bolso, assim como as de almoço.
Para saber mais sobre a Ilha, seus amores e passeios, só visitando mesmo. Paquetá tem cantos, recantos e histórias que a gente só sabe vivendo, sabem como é? :)
Ah! Não podia deixar de falar da Maria Gorda! Acabou o passeio? Corre lá e dê um abraço e beijo nela!

Maria Gorda é um Baobá que veio parar por aqui vinda de Manaus, em 1907, e vive quietinha na Praia dos Tamoios. Recebeu o nome em homenagem à mucama Maria Apolinária da Nação Cabinda. Maria sempre dizia que marcaria essa história e pedia aos seus orixás que, quando morresse, providenciassem uma forma qualquer de deixar enraizado em nossa Ilha essa lembrança da África negra, que se não era reconhecida no nome das ruas, das praças, e dos monumentos, de alguma forma o seria pela própria natureza de Paquetá.
E assim realmente aconteceu: numa manhã de primavera, a rede de Maria Apolinária na senzala da casa do seu dono português amanheceu vazia… e ninguém nunca mais viu Maria – a “Gorda”… mas alguém notou que nesse mesmo dia, em frente à casa onde morava Maria, apareceu um arbusto que nunca existira em Paquetá e, ainda mais, que ao contrário do que sempre ocorre, este era um exemplar solitário, diferente do que costuma acontecer no seu local de origem: as savanas da África. Dizem que no mesmo dia em que Maria Apolinária morreu a Maria Gorda nasceu fincando assim raízes profundas da África na Ilha dos Amores…
 Curiosidades:
- É em Paquetá que está o único Cemitério de Pássaros do Brasil, talvez do mundo. Até hoje é utilizado por moradores que homenageiam seus animais queridos e é mantido também pela comunidade.
- As águas de Paquetá são as mais fundas de toda a Baía. Por conta da renovação frequente de águas e graças à profundidade, que as praias são limpas e próprias para banho.
- Além da Pedra da Moreninha, a Pedra dos namorados também foi palco de outra lenda, onde dizem que deve-se atirar 3 pedrinhas de costas, em direção ao topo da pedra. Se ao menos uma não cair, fica com ela a certeza do amor correspondido e eterno.
- O primeiro registro sobre Paquetá data 1555, quando André Thevet, cosmógrafo da expedição de Villegaignon, descobre Paquetá em sua missão para fundar a França Antártica.
- Nosso Príncipe Regente Dom João VI frequentava Paquetá e passava as noites no Solar D’el Rei, que hoje abriga a Biblioteca Pública do bairro – apesar de estar fechado para reformas.
- Apesar de Paquetá hoje ser pacata, em 1893 houve a Revolta Armada e seus mortos são homenageados no “Cemitério de Paquetá”.






 

Trilogia "Naõ Pare".

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Nina Scott não suportava mais a vida nômade e solitária que sua mãe, Stela, a obrigava a ter. Mudar de cidade ou de país a cada piscar de olhos, conviver com tantas perguntas que a consumiam, assombrada por mistérios de um passado guardado a sete chaves. Agora, aos 16 anos, a garota das estranhas pupilas verticais exigia respostas. 
E, para sua péssima sorte, elas já estavam a caminho! 
Quando Stela decide ficar em Nova York, Nina acredita que seu sonho de ter uma vida normal vai se tornar realidade. Finalmente terminará o ano letivo em um mesmo colégio, poderá fazer amigos sem ter que abandoná-los em seguida, viver um grande amor, amadurecer, criar raízes... Enfim, curtir a juventude.
Mas o “normal” está muito longe da vida de Nina!
Perdida no olho de um furacão de mortes e inexplicáveis acidentes, tendo que esconder os terríveis fatos da mãe paranoica, Nina começa a desconfiar da própria sanidade mental, de tudo e de todos. O que explicaria os paralisantes calafrios, a perda de visão e de memória que experimentava sempre que alguém morria ao seu redor? O que ela teria a ver com os bizarros e sobrenaturais acontecimentos? Estariam eles interligados?
Seria a Morte sua companheira para toda a vida?
É chegada a hora da verdade.

Suspense e Mistério / Infantojuvenil / Romance
Zyrk pode estar com as horas contadas: a híbrida acabou de cruzar o portal e o frágil equilíbrio entre os quatro clãs encontra-se definitivamente ameaçado. Há milênios forças ocultas espreitam, aguardando apenas o momento de emergir das sombras e mostrar seu poder.
Fugir e sobreviver. Aceitar e lutar. Há muitos caminhos, mas qual deles seguir se a Morte possui várias faces?
Nina acorda entre a vida e a morte na terceira dimensão, levada para a sombria Thron. Richard, o nada confiável resgatador de apaixonantes olhos azul-turquesa, luta contra sua própria natureza. Cruel e sanguinário, Rick está confuso e cada vez mais cercado por seus inimigos.
Mesmo o melhor dos guerreiros, o mais temido e destemido, está protegido da força de um grande amor?
Ele e a híbrida viajarão por toda Zyrk, e ela irá se deparar com um universo fantástico, um mundo violento, o plano da Morte. Lutando para se libertar de seus medos e determinada a encontrar seu caminho e sua identidade, Nina embarcará em uma jornada de descobertas arrasadoras, um percurso sem volta.
Mas a garota das pupilas verticais descobrirá que as vontades do coração podem ser mais traiçoeiras que lendas ou maldições.

Jovem adulto

Vida.
Morte.
O que há entre elas?
Antes delas?
Depois delas?
Como distinguir a linha tênue entre dois universos tão distintos e intimamente ligados?
Como não sucumbir ao desejo que lhe drena a vida?
Como aceitar que existe morte em vida e vida na morte?
O que fazer quando a morte é a centelha que pulsa na vida embebida de escuridão?
Que caminho tomar quando o perigo é real?
A bússola da existência gira e aponta: o medo é uma opção, a vida, uma batalha, a morte, uma bênção.


Fantasia / Literatura Brasileira

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